quarta-feira, 30 de junho de 2010

Antes sozinha e a ser cada vez melhor, que acompanhada e nunca passar do mesmo.

"Antes de te considerares vítima de falsidade, pensa se, na verdade, não és tu o culpado. Muitas vezes depositamos nas pessoas mais confiança do que deveríamos e esquecemo-nos que ninguém é verdadeiro o tempo todo."


Lá está, lá está... Eu ainda vou acreditando que a malta pode criar relações porreiras sem interesses escondidos e depois vou aprendendo umas lições. Não é ingenuidade, é dificuldade em reconhecer que tantas pessoas à minha volta têm 'mau fundo'. Mas sim, têm. E em ambiente laboral é impossível contar seja com quem for. Os incompetentes ficam todos juntos e fingem dar-se bem, os competentes são os mal-amados.
A inveja dói como o caraças, não é? Se tentassem ser bons profissionais, não teriam necessidade de invejar aqueles que o são. Mas eu até compreendo, a sério que sim. É que o esforço e a vontade de fazer melhor são coisinhas para dar algum trabalho... E, de facto, para certos seres essa é uma tarefa complicadíssima. É muito mais cómodo encostarem-se uns aos outros e irem 'andando'. Afinal de contas, o ordenado chega sempre no mesmo dia, independentemente de vocês fazerem bem ou mal.

terça-feira, 29 de junho de 2010

A parte boa? Acabaram-se as vuvuzelas!

"O sonho acabou" e uma foto do Cristiano a lacrimejar vão fazer a capa de alguns jornais amanhã.
Pois é, a selecção fica por aqui no Mundial 2010. Mas, uma vez mais, não é isso que mais me irrita. O que me tira mesmo do sério é a atitude dos portugueses (ou da maioria). Quem sabe ver futebol conseguiu perceber que na primeira parte só deu Portugal. Quem sabe ver futebol entende que, depois de tanto azar ou falta de sorte, os jogadores se desorientem com um golo do adversário. Quem sabe ver futebol sabe que nem sempre o resultado reflecte o que se passou no jogo.
Portugal dominou no primeiro tempo mas não marcou. Espanha dominou no segundo e marcou. Se eu acho justo? Não, nada. Mas a vida não é justa.

Quem é adepto de verdade não diz "somos os melhores" na primeira parte e "são uns palhaços, não jogam nada" na segunda.
Quem é adepto de verdade acredita até ao fim. Eu acreditei até aos 93 minutos. Mas, como em tantas situações na vida, acreditar nem sempre é suficiente.

Agora desejo que a Espanha chegue à final... Para levar um grande banho de bola do Brasil ou da Argentina (até porque morrer na praia custa muito mais).
E, claro, a vingança é um prato que se serve frio. Daqui a dois ou quatro anos queremos a desforra.


Ahh! E há sempre aspectos menos maus. Portugal sai deste Mundial apenas com um golo sofrido, os jornalistas tugas já podem voltar para casa (antes que lhes roubem o pouco que lhes deve restar) e (o melhor de tudo!), pelo menos por cá, acabaram-se as vuvuzelas.

S. Pedro e tal...

E hoje foi noitada outra vez (sim, porque chegar a esta hora a casa numa segunda-feira é a completa loucura para mim). Tarde de minis fresquinhas, conversas parvas, gargalhadas, sardinhas com pão... E sou quase uma gaja feliz.
Amanhã vou estar a cair de sono mas valeu a pena.

Agora vamos lá a ter uma conversa séria. Nuestros hermanos, amanhã que eu vou poder finalmente ver um jogo de Portugal, façam lá o jeitinho e deixem-nos ficar contentes. A vossa situação (no país) também não está fácil, bem sei, mas a nossa é um bocado mais dramática. Além disso, vocês têm os combustíveis mais baratos e maiores ordenados, não é? Podem ficar já por aqui no Mundial que depressa esquecem isso. E o povo português está tão deprimido (coisa que amanhã lá pelas 19h30 desaparece) que uma alegria futebolística é coisa para deixar muita gente mais optimista. E, claro, isso inclui os meus colegas e chefes, o que, por sua vez, é positivo para mim. Portanto, a ver se tratam disso. Muchas gracias!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Venham mais concursos destes e (muitas) mais lesões!

(Já sabem como é, cliquem na imagem...)


"Temos pena" é a única coisa que me ocorre.

domingo, 27 de junho de 2010

Afinal há vida lá fora nos sábados à noite.

Ontem, numa atitude completamente tresloucada, saí à noite. É verdade, ao fim de meses de renúncia involuntária à vida nocturna, fui jantar com a L. e depois ainda fui beber umas minis. (Vá, não posso exagerar, tenho bebido umas de vez em quando ao final do dia, depois do trabalho. Mas o conceito de sair à noite para beber copos não tem feito parte da minha vida ultimamente.)
E esteve-se bem, sim senhora. Metemos a conversa em dia, jantámos muito bem, rimos e depois... Vim para casa porque às 03h00 já eu normalmente estou a dormir há algumas horas.
Resumindo, isto de estar de folga é porreiro. Mesmo.


E hoje, claro, desabituada que estou das noitadas, dormi até às 12h00 e passei o dia no sofá a descansar... De não fazer nada.
Agora vou só ali comer uns belos canelones de atum (e sai uma vénia para o Belmiro!) e entreter-me a ver o Achas que sabes dançar?. Aquilo é mais ou menos o Ídolos mas em pior, mais estúpido. Qual é a piada de um júri que, em vez de dizer umas verdades e apontar os erros aos concorrentes, chora a cada actuação e diz que são todos os melhores do mundo? Há coisas que me ultrapassam, de facto. É que aquilo é tal e qual a vida... Se nos enganarem e nos mentirem só para não magoar, pensamos que estamos muito bem e nunca vamos tentar fazer melhor, certo? Enfim...


Antes de ir, só deixar um recado ao S. Pedro. Pedrocas, não sei bem qual tem sido a tua ideia mas amanhã vê lá se te orientas, que eu estou a pensar ir comer umas sardinhas e beber umas frescas. Mas na rua, não sei se me faço entender...

De certeza que estamos a ver os mesmos jogos?

Golos mal anulados, outros mal validados... Isto está bonito, está. É só um Campeonato do Mundo, coisa pouca.

terça-feira, 22 de junho de 2010

#%!=&?$

Que raiva não poder dizer certas coisas a certas pessoas! Maldito profissionalismo que me obriga a engolir sapos do tamanho de cangurus!
Eu posso ficar com esta cá entalada mas tenho fé que a vida se vai encarregar de te mandar muita merdinha para cima, ok, meu exemplar de gado bovino? (reparem no meu esforço para não ser indelicada) Então vá, ficamos assim.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

O estranho comportamento dos tugas

Sim, a selecção marcou 7 golos (e até podia ter marcado mais, pelos vistos). Mas não (!), a vida não pára por causa disso. Ou melhor, não devia parar mas neste país é assim que funciona. E se uma pessoa não está a ver o jogo porque (vejam lá) está a fazer o seu dever que é trabalhar, ainda é quase insultada... "Não vais ver o jogo?!" É de mim ou isto anda mesmo tudo parvo?
A sério, eu acho um piadão a isto. "Ai a crise, ai que vamos pagar mais impostos, ai as portagens nas scut, ai coitadinho de mim que não tenho dinheiro para ir de férias" e depois Portugal joga e a vida é bela? Não devem existir no mundo povos tão esquizofrénicos como o nosso.
Mas o melhor vai ser quando a selecção levar com a próxima derrota no lombo. Hoje os jogadores merecem uma estátua em sua homenagem, nesse dia vão merecer morrer. Extraordinário.
Sim, eu também gosto que Portugal faça boa figura e ganhe os jogos e até vibro um bom bocado mas não, não é isso o centro da minha vida, nem mudo de opinião sobre a equipa a cada jogo.




E agora um pequeno aparte... Mas quem é que vai trabalhar de vestidinho de praia e chinelos numa repartição pública??? Oh god, o problema só pode ser meu...

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Mas o comando já não funciona outra vez??

Percebemos que precisamos de férias quando ficamos mais de dois minutos, no parque de estacionamento do hipermercado, a tentar abrir um carro que não é o nosso...


E era só isto.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Tarte de mousse de morango podia ser uma coisa boa...

Nota mental: as mousses não foram feitas para ir ao forno, tá?

sábado, 12 de junho de 2010

400 e quê???

421,50 euros, mais precisamente. Foi o que deixei hoje na oficina. E logo no regresso a casa com o meu carrito (que saudades, uma semana inteira sem o conduzir e parecia que já nem o sabia acelerar), voltou a fazer um ruído estranho. O mais curioso é que foi por causa daquele ruído que ele foi para a oficina e, supostamente, foi por terem acabado com o ruído que eu paguei mais de 400 euros. Não sei porquê mas acho que fui enganada... É só uma impressão minha, não sei...
De qualquer modo, voltei logo à oficina e quando expliquei o que se passava, foi-me dito que "ah e tal, isso não é nada de grave, são aí umas borrachas que estão secas. Quando chover de certeza que já não faz barulho." DESCULPE...??? Quando chover?? Mas que m**** é esta?? (isto só pensei, obviamente, que sou uma pessoa muito bem educada)
Enfim, hoje não quero saber do ruído do carro, para a semana logo me preocupo quando voltar a deixar o bicho na oficina. Vou mas é ali comer umas sardinhas e beber umas cervejitas que bem mereço.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Hoje era um bom dia...

... Para estar em casa enterrada no sofá a ver televisão e a comer crepes com morangos. Era... Na realidade, é apenas mais um dia de trabalho.



(dizer a mim mesma, calma e repetidamente, até ficar mais animada: "as férias hão-de chegar... as férias hão-de chegar... as férias hão-de chegar...")

sábado, 29 de maio de 2010

Porque há momentos em que eu (literalmente) me ajoelho.


Foi a lufada de ar fresco daquele dia de trabalho. E eu nem gosto de gatos (mas acho que este já está meio cego e nem reparou que foi fotografado).

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Depois da tempestade vem mesmo o quê...?

Este blogue, ao contrário da minha vida, está mais parado que um sapo morto na berma da estrada.

E novidades não há. Continuo numa maré de sorte que é uma coisa parva.
A cadela continua doente e a esvaziar-me a carteira a uma velocidade alucinante em idas ao veterinário (Que entretanto é outro mas, até agora, também não fez nada. Mentira, fez sim. Receitou tantos medicamentos à bicha que eu tenho receio que ela tenha uma intoxicação).
O portátil anda completamente passado e, mesmo depois do dinheiro que gastei em novas peças, agora deu numa de se desligar quando lhe apetece e sem razão aparente. Espectacular.
Para compor mais a coisa, o meu carro está com uns 'problemazitos' e iria para a oficina amanhã para no final do dia eu pagar uma conta astronómica, mas já não vai... Porque vai o dEle, que o deixou a pé há pouco na autoestrada. O meu fica em lista de espera e vai na próxima semana. Resumindo, o dinheiro das nossas hipotéticas férias (e da nova objectiva para a minha máquina) vão ser o subsídio de férias do mecânico. E do ajudante. E da família de ambos.

F******! A vida corre-me tão bem que nem posso... E sim, já sei que "ah e tal mas essas coisas acontecem, os carros não duram para sempre e às vezes avariam..." Pois claro que avariam mas tem que ser tudo ao mesmo tempo e para cima de mim? Tanta gente que há para aí, o azar podia ser dividido, não? Onde está o 'distribuir o mal pelas aldeias'?

E, claro, ando novamente a trabalhar que nem uma estúpida (sim, porque mais ninguém faz isto). Ontem foi só das 09h00 às 20h00 e não tenho um fim-de-semana há um mês (e não, não tenho um negócio próprio que tento levar para a frente, tenho mesmo patrões que não me valorizam nem um bocado).

A juntar à festa temos ainda o novo vizinho e o seu cão que passa o tempo todo a ladrar. É muito positivo porque o que mais me apetece depois de um dia cansativo de trabalho é chegar a casa e estar 3 ou 4 horas (até que adormeço no sofá) a ouvir um cão a ladrar. É bom, sei lá.


E como estou numa fase em que não consigo dizer bem de nada... Mas que ideia triste foi essa das vuvuzelas???? Tenho momentos em que, sinceramente, só me apetece partir a boca a quem um dia pensou em trazer isso para Portugal. Não podia ser uma porcaria que incomodasse menos, não?
Além disso, não me parece que ter uns quantos 'tugas' a soprar naquilo vá incentivar seja quem for. Mas isso sou só eu a dizer...

E pronto, vou ali para o sofá sossegada e muito quieta para ver se, pelo menos até amanhã, não me acontece mais nada menos agradável.

domingo, 9 de maio de 2010

Paciência procura-se

Um dia vou mandar tudo à m****. Ontem podia ter sido o dia.

Estou absolutamente farta de ter gente incompetente à minha volta. É que, por mais que uma pessoa dê o seu melhor e vista a camisola com toda a vontade possível e imaginária, a paciência não é infinita (pelo menos a minha não é). E a minha paciência para pessoas parvas e injustas está quase no limite, não faltam muitas gotas para fazer o copo transbordar.
E o que mais me irrita (mas irrita mesmo muito!) é ter consciência do que faço e da vida que pura e simplesmente eu deixei para trás em prol do trabalho e não ver nem uma pontinha de reconhecimento. Eu sei, agradecimentos não me iriam servir de nada e, aliás, elogios de circunstância eu dispenso, mas, caraças, um 'obrigado' uma vez que fosse seria bem-vindo.

Começo a ficar seriamente preocupada com isto, pois o trabalho que hoje tenho (e que não está muito longe daquilo que sempre quis) devia apenas fazer-me sentir feliz e realizada mas, pelo contrário, está a esgotar-me e a deixar-me triste demasiadas vezes. E pior, tenho-me questionado ultimamente se será mesmo esta a linha da minha vida.
Apesar de no fundo eu saber que o que me chateia verdadeiramente são as pessoas à volta e não o trabalho em si (que sinceramente eu adoro)... Não é fácil darmos o nosso melhor quando à volta os outros não dão nem um quinto do que poderiam. E, inevitavelmente, dou comigo a pensar... "Mas porque é que eu hei-de sacrificar-me se o resto da malta faz pouco (e mal, na maioria das vezes) e levamos todos os mesmos louvores?". E eu não queria pensar assim. Gostava de continuar a acreditar que o esforço e a vontade de fazer sempre melhor trazem as suas recompensas.
Espero que seja apenas uma fase e que, como todas as fases, acabe por passar.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A minha sorte é mais ou menos como o azar dos outros

Pois é, parecia que o blogue já tinha morrido mas não é verdade. A minha vidinha é que tem corrido tão bem (ou não...), que não tem havido oportunidade de passar por aqui.

Então, foi mais ou menos assim... Na semana passada estive de folgas (sim, folgas, não foram férias) e fomos passear até "às origens" dEle. Tudo muito giro, calor, longe do trabalho (ou não tanto assim) mas eis que o meu querido portátil resolveu estragar-me os dias ao queimar o carregador. Não parecendo suficiente, 24 horas depois foi o disco que achou por bem pôr termo à sua vida. Tudo isto se traduziu numa involuntária incursão a lojas de informática e em 100 euros a menos na conta bancária (40 para o carregador e 60 para o disco). E, claro, perdi o que estava no disco antigo... Era só parte da minha vida, coisa pouca.
"Bem, tão depressa não pode acontecer mais nada menos bom. Depois da tempestade vem a bonança.", pensei (tão inocente que és... ai ai...).

Hoje tive que levar a cadela à veterinária (para aí a 9ª vez nos últimos 3 meses) e ela ainda não está melhor. Pelo contrário, está pior e, por isso, "vão levar estes comprimidos e vão buscar mais estes à farmácia e levam ainda este shampoo muito bom para o problema de pele que ela tem..."
Sim, ok, se isso é a solução para o problema, que seja.

(...)
120 euros?!?! F******! Fiquei irritada. Muito. Sim, obviamente que a saúde tem que se pagar, mesmo nos cães, mas não me peçam para gastar 500 euros em 3 meses em consultas e medicamentos, ouvir todas as semanas que a cadela vai ficar boa (mas não ficar, efectivamente) e aceitar tudo com naturalidade. Não aceito e fiquei com vontade de espancar todas as pessoas naquela clínica. E as que encontrei no trânsito depois. E as que não encontrei também.

E com este golpe na carteira, a minha saída que estava combinadíssima com a L. para amanhã foi mais ou menos para o caixote do lixo (de salientar que eu não saio à noite para aí desde o ano passado, de tanto que o trabalho e o cansaço me têm absorvido).

Aaaaahhhhhh!!! A vida corre-me bem.

domingo, 25 de abril de 2010

Cravos e lágrimas

Apesar de eu não ter vivido o 25 de Abril, não fico surpreendida ao ver velhotes emocionados, de braço no ar, gritando a plenos pulmões "25 de Abril sempre!", tal como vi hoje.
Nós, os mais novos, não temos termo de comparação entre o antes e o depois da Revolução dos Cravos (o que sabemos devemos às aulas de História e aos episódios contados por pais e avós). Já os mais velhos, os que viveram o antes e assistiram à mudança, os que sofreram e viram sofrer com a ditadura, é mais do que natural que chorem ao recordar esta data. Pelo menos, eu assim acho.

"25 de Abril sempre!"

sábado, 24 de abril de 2010

Retomar vícios antigos

A vida tem cada coisa que às vezes até me espanto.
Há mais de cinco meses que eu nem sequer entrava no twitter. Goste-se ou não, aquilo é o que é e dá para a malta ocupar os tempos mortos (e no ano passado, durante todo o meu desemprego, a minha vida tinha muitos tempos mortos e o twitter tornou-se a minha companhia preferida).

Mas o que quero dizer é que hoje voltei ao twitter e qual não foi a minha surpresa quando, passados apenas 2 minutos de ter escrito uma frase parva e sem interesse (como, de resto, foi quase tudo o que até hoje lá escrevi), tinha quatro ou cinco pessoas com quem costumava falar diariamente a perguntarem como eu estava, porque tinha desaparecido, a quererem saber do meu trabalho, etc... E onde está a estranheza, perguntam vocês (as três pessoas que me lêem)? Está no facto de pessoas que nunca me viram e que nem sequer me conhecem a voz, mostrarem algum tipo de interesse em saber como eu estou e dizerem (quero acreditar que sinceramente) que folgam em saber que estou bem e a adorar o trabalho. Coisa que os amigos (ou pelo menos eu penso que o são) que vivem mesmo ao lado e me encontram frequentemente não fazem.

Dá que pensar, não dá? A mim está a dar-me. Talvez até demasiado.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

É por imagens como esta...


...Que vale a pena perder mais um bocado de tempo no caminho para casa.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Não foi escrito por mim mas podia ter sido

(A menos que tenha uma excelente visão, é mesmo aconselhável clicar na imagem para conseguir ler.)


Porque este texto me fez sorrir e, infelizmente, pensar "sim, isto acontece mesmo". Talvez a melhor publicidade da Sumol nos últimos anos.
E eu até gosto de Sumol de Ananás.

Não há título para isto.

Por mais que tente, não consigo compreender como certas pessoas chegaram ao lugar onde estão hoje. É que não consigo mesmo.
Eu até aceito que as pessoas não tenham grandes ambições na vida, o que não 'me entra' é que façam mal o seu trabalho e isso não as incomode.
Haja paciência. Quilos dela.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Finalmente!


Este é um post completamente publicitário. Passo a explicar... Há muito que admiro profundamente o Belmiro (sim, o de Azevedo) porque a marca Continente apresenta um cada vez maior rol de produtos da sua marca muito idênticos aos das marcas 'originais' mas mais baratos, sendo alguns até de melhor qualidade.

No entanto, também há já muito tempo que eu apontava uma grande falha ao Belmiro... "Então mas o homem não percebe que as bolachas Fruit & Fit são óptimas e que a Proalimentar vende as ditas 'a pontapés', apesar do preço escandaloso??", pensava eu. Até que, há uns dias, tchanan! "Fruit & Shape do Continente?! De maçã e canela e de frutos silvestres?!" Obviamente, o meu contentamento está relacionado com o preço que, como não podia deixar de ser, é mais apetecível (menos 20 cêntimos) e com o facto de as bolachas serem iguais às da Proalimentar. Ah! E as embalagens do Belmiro ainda têm mais 18 gr que as outras... E estes são argumentos mais que suficientes para mim.



Muito obrigada, Belmiro, por permitir que eu continue a saborear as belas das bolachas e, simultaneamente, consiga poupar uns cêntimos.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Acaba depressa, dia.

Sabem aqueles dias em que só apetece mandar tudo à m****?

domingo, 18 de abril de 2010

Eu quero voltar a ser adolescente e dormir 14 horas seguidas!

Bem, se ontem me deixei levar pelo ócio (tão bem desculpado pelo cansaço), hoje não tive hipóteses e tive que me atirar às tarefas domésticas. Mas nada de exageros, que se há coisa que detesto é armar-me em dona de casa à força. Limpei a casa de banho, limpei a cozinha, fiz comida para três dias e estendi roupa de duas máquinas (dentro de casa, que o S. Pedro parece que se anda a divertir a mandar água com fartura cá para baixo). Além disso, tirei o aspirador da despensa e, como sempre ouvi dizer que o que conta é a intenção, acho que me portei muito bem.

Agora, e ao contrário do que aconteceu ontem, o mau humor já se instalou (já referi aqui que não suporto os domingos?). Até porque dormi mal, mas mal. Descobri que, habituado que está o meu organismo a acordar tão cedo e durante longas jornadas, às 07h00 já estava de olhos abertos e sem conseguir voltar a fechar a pestana de maneira nenhuma. Ou seja, cansada mas sem conseguir ficar mais tempo na cama, resolvi atacar as limpezas... Que depois me deram sono. Espectacular.

Mas o cansaço também deve ter a ver com a luta matinal que travei na cozinha com uma mosca que, tendo em conta o tamanho, mais parecia uma barata. E depois fiquei a pensar na hipótese de o Dum-Dum, depois de pairar por ali, ter entrado na torradeira e ser prejudicial (sim, dúvidas parvas todos temos de quando em vez). Entretanto, descansei. Ele já comeu torradas hoje e não esperneou durante um minuto como a mosca-com-tamanho-de-barata na bancada da cozinha.

E é isto. (Eu nunca disse que a minha vida era interessante.)

sábado, 17 de abril de 2010

Folga com sabor explosivo


O dia está realmente a correr bem! Quando regressou de viagem há dois dias, Ele trouxe-me vários pacotes de Peta Zetas, guloseima que fez parte da minha infância e da qual continuo a gostar tanto.
Digam o que disserem, isto foi realmente uma grande invenção e só acho chato ser difícil hoje em dia encontrá-las à venda.

Impressionante como aqueles pequenos 'cristais' podem ter reacção tão divertida quando os metemos na boca. Parecemos uma garrafa de coca-cola acabada de ser aberta.
E agora há tanta variedade (ou pelo menos eu não me lembro de naquele tempo existirem tantos tipos de Peta Zetas)... São as que deixam a língua azul, as que se transformam em pastilha, as que sabem a coca-cola, as especiais para bolos e bolachas...

Na quinta-feira acho que nem me lembrei de as comer, tal era o sono que tinha. Mas hoje não lhes dei hipótese, só faltam as pipocas para parecer sala de cinema aqui (sim, porque coca-cola também já há).


Venham mais folgas, que eu acho que era capaz de me habituar a isto.

Yupiiiiiiii!

Tal como as previsões ontem apontavam, não tenho mesmo trabalho este fim-de-semana.
Eu já não sei bem o que isso é mas parece-me que vou gostar de estar mais ou menos 48 horas sem a máquina e o gravador.

Eu sei bem como podia ocupar estes dois dias, tenho um simpático monte de roupa para passar e definitivamente a casa está a pedir uma limpeza profunda. Mas não, não me apetece. Há tanto tempo que não tinha folgas que as primeiras horas estão destinadas mesmo ao descanso.

Nem mesmo a chuva que está a cair neste momento (e que em qualquer outro dia me irritaria pela certa) me consegue chatear. Quero lá saber... Estou no sofá, com a tv na Fox, acordei naturalmente sem ter que ouvir o despertador e nem tenho que ir para a cozinha porque o almoço está feito (vá, sobrou do jantar, o que é a mesma coisa).

Da Islândia para o Mundo, com amor.







Eu sei que o vulcão Eyjafjallajokull (oi...?) está a maçar muita gente por essa Europa fora mas, caraças (!), imagens destas são simplesmente espectaculares.


"Contra a natureza o Homem não pode".

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Será...?

Eu não quero cantar vitória antes de tempo mas, ao final de mais uma jornada de 32 dias consecutivos a trabalhar e de não ter um fim-de-semana desde Janeiro (?!), parece que é desta... Este fim-de-semana não tenho trabalho.
Mas digo isto em sussurro, 'não vá o diabo tecê-las'...

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Obrigada =)

Amizade (também) é quando alguém que está a mais de 2000 km de distância chora só de ouvir a nossa voz ao telefone e diz, mesmo sinceramente, que tem saudades nossas.

Obrigada, Vera, por teres feito o meu dia (o meu e o da C.).

Qual jogo?

Desconfio que fui a única pessoa no país que não viu o Benfica-Sporting de ontem... E não me importo muito.